Pular para o conteúdo principal

Escrever ou não escrever? Eis a questão!

Eu nem sei por onde começar. Mas acredito que, aos poucos, vou voltar a postar. 

Tanta, tanta coisa aconteceu. Tanta coisa mudou. Tanta coisa ainda continua igual. 

Acredito que já passou da hora de sair da caverna e "colocar a cara no sol"... Ainda bem que eu tenho esse lugar aqui para voltar. Ainda bem que, quando eu senti o inicio do meu processo de gestação, eu registrei aqui. Sem esses registros, eu não saberia precisar onde meu processo começou, como ele começou mas, graças a este blog, eu lembrei. E agora, eu acho que meio que tenho meio que por onde retomar a história. 

Pouco a pouco, eu me sinto preparada para partilhar o que eu vivi e de que maneira isso tem me impactado. A verdade é que eu sempre tive um certo medo de me expor. Durante anos, escrevi este blog sob um pseudônimo. Somente agora, em 2016 que eu o assino com meu nome e sobrenome. Isso já é coisa pra caramba...

É isso aí: um passo de cada vez, um post por vez. 

Namasté.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Há um tempo atrás eu recebi um e-mail contendo um texto que plagiava o trecho abaixo. Hoje sem querer descobri quem é a autora, descobri que o texto foi publicado em 2003 na revista TPM e tive a possibilidade de ler outros textos dela. O nome dela é Tati Bernardi e o site dela é esse Aqui . O link p'ro texto completo (porque esse aí embaixo é só um fragmento) é esse Aqui . Eu recomendo a leitura não só desse texto, mas de tudo o que sua paciência ou o seu tempo permitirem. Ela é redatora publicitária e, em suas próprias palavras é "uma puta mulher bacana" e tem uma escrita desenvolta e bem-humorada. Agora, falando sobre o fragmento. Eu concordo com ela. Dar é bom demais, mas o amor é o maior tesão... "E por falar em dar... dar não é fazer amor. Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, nã...
"Olha, você tem todas as coisas que eu dia eu sonhei para mim a cabeça cheia de problemas não me importo, eu gosto mesmo assim tem os olhos cheios de esperanças de uma cor que mais ninguém possui me traz meu passado e as lembranças coisas que eu quis ser e que não fui" Você me traz um monte de coisas boas... Algumas nem tão boas assim. Mas no final, o saldo é sempre positivo. Eu te desejo tudo de melhor. Que você seja muito, mas muito feliz. E que esteja sempre por perto. Um beijo. E Feliz Ano Novo. Em todos os sentidos.
O mais importante que preciso registrar é que a minha postura diante da vida está cada dia mais relacionada com minha prática espiritual. Sinto-me cada dia mais em paz comigo mesma, com minha condição humana, consciente das minhas falhas, mas também de minhas capacidades. Há cada dia, sinto minha alma mais integrada, me sinto mais à vontade sob minha própria pele.