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Cada volta, um recomeço...

Ou seria "Cada recomeço, uma volta?"

Hoje eu acordei mais inteira do que nunca! Quando me conscientizo da importância desse movimento de integração, meu coração se enche de alegria e uma de minhas primeiras sensações é a vontade de escrever sobre esse processo e sobre a dor a delícia de passar por ele.

Sendo assim, instalei um aplicativo e já comecei a escrever.

Meu desejo agora é integrar tudo o que eu já escrevi com o que venho escrevendo.

Esse post é só o começo!

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Há um tempo atrás eu recebi um e-mail contendo um texto que plagiava o trecho abaixo. Hoje sem querer descobri quem é a autora, descobri que o texto foi publicado em 2003 na revista TPM e tive a possibilidade de ler outros textos dela. O nome dela é Tati Bernardi e o site dela é esse Aqui . O link p'ro texto completo (porque esse aí embaixo é só um fragmento) é esse Aqui . Eu recomendo a leitura não só desse texto, mas de tudo o que sua paciência ou o seu tempo permitirem. Ela é redatora publicitária e, em suas próprias palavras é "uma puta mulher bacana" e tem uma escrita desenvolta e bem-humorada. Agora, falando sobre o fragmento. Eu concordo com ela. Dar é bom demais, mas o amor é o maior tesão... "E por falar em dar... dar não é fazer amor. Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, nã...
"Olha, você tem todas as coisas que eu dia eu sonhei para mim a cabeça cheia de problemas não me importo, eu gosto mesmo assim tem os olhos cheios de esperanças de uma cor que mais ninguém possui me traz meu passado e as lembranças coisas que eu quis ser e que não fui" Você me traz um monte de coisas boas... Algumas nem tão boas assim. Mas no final, o saldo é sempre positivo. Eu te desejo tudo de melhor. Que você seja muito, mas muito feliz. E que esteja sempre por perto. Um beijo. E Feliz Ano Novo. Em todos os sentidos.
O mais importante que preciso registrar é que a minha postura diante da vida está cada dia mais relacionada com minha prática espiritual. Sinto-me cada dia mais em paz comigo mesma, com minha condição humana, consciente das minhas falhas, mas também de minhas capacidades. Há cada dia, sinto minha alma mais integrada, me sinto mais à vontade sob minha própria pele.