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Sim. Eu tenho demorado muito entre as postagens. E não, eu não estou mais sofrendo tanto quanto estava sofrendo quando escrevi o último post, há quase sete meses atrás...
Isso é um alívio, é claro. Hoje consigo ler esse post e perceber que o aquilo que me afligia era perceber que a culpa, ou melhor, a responsabilidade por estar naquela situação era só MINHA.
Curiosamente, hoje eu discordo com isso. Não fui eu que me levei àquela situação. Ao contrário, o que me levou àquela situação foi uma relação doente com minha mãe. Mas isso é assunto pra outro post.

O que quero tratar neste post de hoje é o fato de que, apesar de saber que não foi por responsabilidade minha estar ali, a única pessoa que poderia me "socorrer" era eu mesma. Por isso, um intervalo tão longo entre meus escritos... Eu estava num processo de cura, onde o foco principal era minha alma. E tem o fato de eu ter capotado de carro cinco dias antes daquele post. Eu tinha visto a morte de perto. Isso mexe com a gente, né?

Uma coisa bacana que já aconteceu é o fato de eu estar namorando. Sim!! NAMORANDO. Amanhã faz cinco meses! Uma coisa interessante: Essa história só começou dois meses depois daquele post... Sendo assim, eu fico super-feliz ao perceber que minha melhora não se deve ao fato de estar namorando... Mas o fato de estar namorando, se deve ao meu processo de desenvolvimento!

Eu escolhi sair do papel de vítima. Agora, estou focada em continuar nesse processo. Estou estabelecendo algumas metas e estou comprometida com cada uma delas...

Espero voltar com boas novidades em breve!

Namasté.

Comentários

Marcelo disse…
Pelo que vc descreveu no seu perfil, vc é uma canceriana da gema. Sei lá, só achei impressionante.

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Há um tempo atrás eu recebi um e-mail contendo um texto que plagiava o trecho abaixo. Hoje sem querer descobri quem é a autora, descobri que o texto foi publicado em 2003 na revista TPM e tive a possibilidade de ler outros textos dela. O nome dela é Tati Bernardi e o site dela é esse Aqui . O link p'ro texto completo (porque esse aí embaixo é só um fragmento) é esse Aqui . Eu recomendo a leitura não só desse texto, mas de tudo o que sua paciência ou o seu tempo permitirem. Ela é redatora publicitária e, em suas próprias palavras é "uma puta mulher bacana" e tem uma escrita desenvolta e bem-humorada. Agora, falando sobre o fragmento. Eu concordo com ela. Dar é bom demais, mas o amor é o maior tesão... "E por falar em dar... dar não é fazer amor. Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, nã...
"Olha, você tem todas as coisas que eu dia eu sonhei para mim a cabeça cheia de problemas não me importo, eu gosto mesmo assim tem os olhos cheios de esperanças de uma cor que mais ninguém possui me traz meu passado e as lembranças coisas que eu quis ser e que não fui" Você me traz um monte de coisas boas... Algumas nem tão boas assim. Mas no final, o saldo é sempre positivo. Eu te desejo tudo de melhor. Que você seja muito, mas muito feliz. E que esteja sempre por perto. Um beijo. E Feliz Ano Novo. Em todos os sentidos.
O mais importante que preciso registrar é que a minha postura diante da vida está cada dia mais relacionada com minha prática espiritual. Sinto-me cada dia mais em paz comigo mesma, com minha condição humana, consciente das minhas falhas, mas também de minhas capacidades. Há cada dia, sinto minha alma mais integrada, me sinto mais à vontade sob minha própria pele.